terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Feminismo


Quanto mais eu aprendo sobre a natureza feminina mais eu percebo como muitas das mulheres mais engajadas em uma luta feminista, estão na verdade, cometendo o maior absurdo possível contra seu grupo de gênero. A luta por direitos iguais convenceu muitas mulheres de que elas são inferiores aos homens e de algo ainda mais ridículo: que enquanto não alcaçarem uma igualdade total de direitos, elas estarão fadadas a serem sempre submissas aos homens.


Acreditar que se deve alcançar a igualdade perante ao homem, significa se tornar homem, abandonar toda sua feminilidade. Eu não condeno a luta pelos direitos iguais, mas condeno a forma como esta luta cega algumas das combatentes mais participativas. A busca por tais direitos é tão obsessiva que elas esquecem todas as virtudes e vantagens que a natureza feminina detém.


Sacher Masoch, Marquês de Sade e Nietzsche devem estar se remexendo em seus túmulos perante tal ignorância, por todas essas mulheres que caíram tolamente na armadilha que a Igreja - a instituição mais machista que se tem notícia - armou contra elas. Afinal, a maior influência cultural funcional que a Igreja gerou foi a a elevação de todas as fraquezas masculinas, ao nível de virtudes divinas e a demonização de todas as virtudes femininas.


O idealismo e a moral são apenas conceitos cuidadosamente forjados para favorecer o modelo comportamental ao qual o homem é condenado por sua própria natureza. O cristianismo é deturpado em sua essência, como Nietzsche diz: "A pregação da castidade é um incitamento público ao antinatural. Toda expressão de desrpezo à vida sexual, toda a contaminação da mesma pelo conceito 'impura' é um crime contra a vida em si - é o pecado intrínseco contra o espírito santo da vida."


Masoch, em A Vênus das Peles, descreve com maestria toda a maravilhosa natureza "pagã" feminina, que é capaz de seduzir ou subjugar com facilidade qualquer homem. Pois a mulher, por essência, não é um ser que se submete a uma ordem racionalista qualquer, embora tenha se tornado esta, a forma de pensamento dominante - e dominadora. Existem muitas coisas que não devem ser analisadas tão friamente. A mulher não se rendeu a este racionalismo grego/cristão e costuma valorizar muito mais as outras faculdades mentais: sensitiva, intuitiva e emocional. (ver Jung).