Quanto mais eu aprendo sobre a natureza feminina mais eu percebo como muitas das mulheres mais engajadas em uma luta feminista, estão na verdade, cometendo o maior absurdo possível contra seu grupo de gênero. A luta por direitos iguais convenceu muitas mulheres de que elas são inferiores aos homens e de algo ainda mais ridículo: que enquanto não alcaçarem uma igualdade total de direitos, elas estarão fadadas a serem sempre submissas aos homens.
Acreditar que se deve alcançar a igualdade perante ao homem, significa se tornar homem, abandonar toda sua feminilidade. Eu não condeno a luta pelos direitos iguais, mas condeno a forma como esta luta cega algumas das combatentes mais participativas. A busca por tais direitos é tão obsessiva que elas esquecem todas as virtudes e vantagens que a natureza feminina detém.
Sacher Masoch, Marquês de Sade e Nietzsche devem estar se remexendo em seus túmulos perante tal ignorância, por todas essas mulheres que caíram tolamente na armadilha que a Igreja - a instituição mais machista que se tem notícia - armou contra elas. Afinal, a maior influência cultural funcional que a Igreja gerou foi a a elevação de todas as fraquezas masculinas, ao nível de virtudes divinas e a demonização de todas as virtudes femininas.
O idealismo e a moral são apenas conceitos cuidadosamente forjados para favorecer o modelo comportamental ao qual o homem é condenado por sua própria natureza. O cristianismo é deturpado em sua essência, como Nietzsche diz: "A pregação da castidade é um incitamento público ao antinatural. Toda expressão de desrpezo à vida sexual, toda a contaminação da mesma pelo conceito 'impura' é um crime contra a vida em si - é o pecado intrínseco contra o espírito santo da vida."